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Nova rodada da Pesquisa de Impacto no Transporte dá sinais de recuperação pós-pandemia

18.09.2020

 

Apesar do momento atual não ser o que se imaginava que seria seis meses atrás, no início da pandemia do coronavírus, há motivo para acreditar em uma recuperação no setor de transporte rodoviário. Uma nova rodada da Pesquisa de Impacto no Transporte, encomendada pela CNT, revelou a perspectiva de grande parte das empresas do setor para 2021.

É importante que se diga que essa expectativa otimista parte do princípio de que a desoneração da folha de pagamentos seja prorrogada. Enquanto se fala na retomada dos postos de emprego fechados durante o período crítico da pandemia, o outro lado da história parece estar vindo à tona, lentamente, conforme os meses passam. Ao menos a redução das demissões já pode ser vista como um indício dessa melhora.

Não se engane, foi a maior crise já experienciada pelo setor, que, segundo a pesquisa da CNT, em sua quinta rodada, demonstrou queda de demanda em 67,4% das empresas de transporte tiveram prejuízos. Mas com muito esforço, trabalho conjunto e esperança, as perspectivas melhoraram. Essa retomada pode demorar um ano, mas os números lentamente vão progredindo.

Já é possível falar em estabilidade, algo que parecia pouco provável no início da fase crítica da pandemia. Nesse contexto, segundo a pesquisa, 52,5% das empresas consultadas revelaram que irão recontratar os funcionários que perderam seus empregos durante a crise. Outra boa notícia que se refere à sensação das empresas de transporte rodoviário: 35,9% das ouvidas pela pesquisa demonstram que há expectativa de aumento de receita no ano de 2021.

Isso passa por alterações na dinâmica da relação com o cliente. Ainda segundo a pesquisa da CNT, os clientes estão mais exigentes com rotinas de higienização e com os valores cobrados pela passagem nos últimos meses. Essas mudanças impactaram significativamente o retorno do setor no mercado, algo que certamente trará ainda mais desdobramentos positivos ao longo dos próximos meses.

Para conferir dados completos e mais informações sobre a Pesquisa de Impacto no Transporte organizada pela CNT, clique aqui.