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Inovações na biossegurança vão elevar exigências dos passageiros após a pandemia

13.09.2020

 

Nas últimas semanas, falamos aqui no site da FEPASC sobre as novidades trazidas pelas fabricantes de carros no sentido de biossegurança no interior dos ônibus que circulam em rotas municipais, intermunicipais e interestaduais. Em entrevista ao site Diário do Transporte, o Diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo comentou sobre a necessidade de mais implementações que tragam confiança aos passageiros.

O tema é complicado, apesar do número impressionante de investimentos feitos pelas empresas fabricantes do setor, mirando em um ambiente seguro contra o contágio pelo covid-19. Nesse sentido, a Marcopolo ofereceu uma série de itens para o interior dos ônibus, como dispensers de álcool em gel, medidores de temperatura e tecnologias em ultravioleta para desinfecção. 

Rodrigo Pikussa, da Marcopolo, comentou sobre esse retorno dos passageiros e sobre a missão do setor de transporte nestes últimos meses de 2020: “Vários clientes estão entendendo que ofertar itens de biossegurança é uma oportunidade de diferenciação e de trazer o passageiro de volta, se preocupando com a saúde dele. O motor desses números é o entendimento de que levar biossegurança a sério é uma oportunidade de colaborar com a retomada. A jornada que estamos passando está sendo traumática e as pessoas vão ter um olho mais crítico com questões de biossegurança e limpeza. Quem adotar pelo menos alguns desses itens e levar essa questão a sério vai ganhar pontos com seus passageiros e clientes”, explicou ao Diário do Transporte.

A questão é que o avanço tem impulsionado timidamente o setor de transporte, que busca uma retomada financeira após os primeiros meses de impacto da pandemia. Aos poucos, os passageiros vão retornando, ainda que com a expectativa de mais elementos que tornem as viagens completamente seguras do ponto de vista de contaminação.

As tecnologias implementadas nos ônibus não caminham sozinhas, evidentemente. Há todo um cuidado de autoridades e empresas do setor de transporte para minimizar o risco do vírus, envolvendo rotinas de limpeza, distanciamento entre passageiros, termômetros e aperfeiçoamento do sistema de ar condicionado dos carros, este um ponto crucial para neutralizar bactérias e correntes virais que possam circular no espaço interno.

Veremos, com o passar do tempo, qual será a reação do público a essas novidades, que servem não só para minimizar a maior preocupação do planeta neste momento, mas também visando viagens mais seguras no futuro, de forma que o transporte de passageiros não fique tão suscetível a crises similares.

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